segunda-feira, 8 de junho de 2009

O dia que eu apaguei (por antecipação) do calendário

Cena 1:

- Alô?
- Oi, Tere, sou eu, a Adri! To te esperando, que horas tu vai chegar?
- Chegar aonde?
- Ué, tu não disse que vinha almoçar aqui em casa hoje?
- !!!!!!!

***

Cena 2:

(quinze minutos depois da Cena 1)

- Alô, Ana, é a Tere, que horas tu vai chegar hoje, pra ficar com o Augusto?
- Ué, não tínhamos combinado que tu ia me dar folga hoje?
- !!!!!!!

***

Cena 3:

(final de expediente)

- Tchau, to indo embora, até amanhã.
- Ô Teresa, tu esqueceu que hoje tem evento à noite e que tu vai ter que trabalhar até as dez da noite?
- !!!!!!!

***

É, tem dias que a gente deveria apagar do calendário. Ou então, verificar se a cabeça está bem grudada no pescoço, que é pra não esquecê-la também.

5 comentários:

Manooster disse...

Ôôô minina!!!

Foi você mesmo que apagou, hehehe.. Que loucura isso! Deve ter algum chá pra isso, rsrsrs.

Beijão guriaaa! Teu mano te amaaa!!

P.S.: Não precisa ficar com ciúmes, hein?! O Manoo aqui jamais vai entregar o teu 1º lugar no pódio pra ninguém!!!

Fernanda Maciel disse...

A tere, louquinha de dar dó...hehehhe. fica bem ai, menina, muitas saudades de ti. bjos

Lola Davi disse...

A Tere tá ficando lelé, rs. Repara não Têre, é uma das facetas dos poetas e filósofos, o desligamento automático, é pra ser assim mesmo. :D

Lisiane V disse...

olha, nem a cabeça grudado no pescoço resolve isso, sei bem. mais complicado é manter o pensamento dentro da cabeça, afe!
beijoooo

Lisiane V disse...

ah, e é bom, mesmo que ninguém entenda que algo se perca, deixaro pensamento ir passear, pegar um vento. é preciso.