terça-feira, 28 de novembro de 2006

Auto-punição

Teresa:
Escreva na lousa, cem vezes:
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."

"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."
"Prometo não atirar mais tomates nos meus amiguinhos."

Ahhhh, mas que merecem, ah, merecem. Humpf.


***


Há praticamente um ano, lá estava eu, faceira por ter recebido a visita do papai noel, mas cantando junto com o Nei Lisboa, arrependida por ter dito algumas bobagens.
Hoje, 330 dias depois, muita água rolou embaixo da ponte e aqueles versos que outrora eu cantava sem muita pretensão, hoje se concretizam:

"Não vai ter graça o dia
Em que eu te vir na porta
E não souber se entro ou faço uma canção"

Cada vez que a janela se abre, eu não sei mais o que fazer. Os dias ficaram sem graça. Finais sempre são uma m*. Quando se trata de final de ano, então...

É isso aí. São nove horas da noite e eu presa aqui nesta Câmara, pra variar. Ossos do ofício.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Bendito fruto

Sexta-feira, panquecada na Unisinos, depois da prova:





Sábado, balada com as amigas! Mas ahhh, eu dançando pagode, é o fim!



Só deu um mocinho no meio da mulherada, hahaha! Ainda bem que não sou tão ciumenta (até o dia em que ele me apresentar a namorada...)
***
Bom, passados os episódios alegres, desde ontem à tarde estou imersa num estado convulsivo de nervosismo, por causa da MALDITA semana de provas e entrega de trabalhos! RRRR
Alguém me dá aí uma boleta pra eu dormir e acordar só na semana que vem, peloamordedeus!



sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Depois de eu ter derrapado e quase ter me estatelado sentada no chão ontem, cheia de sacolas...
Depois de o vento ter brincado comigo e com o meu vestido... Humpf!

Hoje chove.

Chove para tornar mais ameno meu dia e menos inchados meus pés.
Chove para tornar mais escorregadio o meu caminho.
Chove para eu cantar uma música que me lembram personagens da terra da garoa.
Chove para eu me colocar à janela, como sempre em dias de chuva, e ficar lendo poesias, só que desta vez declamando-as para o Augusto...

Chove mas estou feliz. Tranquila, pelo menos.

E isso é tudo o que estou precisando.

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Rapa da lata de leite condensado (top 10 do finde)

1. Reencontrar uma amiga do tempo do Curso de Magistério e ficar com a garganta seca de tanto conversar.
2. Ir à Feira do Livro de POA, sem hora pra voltar.
3. Descobrir que o Mac Quarteirão é melhor pro tamanho da minha fome do que o Big Mac(que eu sempre deixo sobrar).
4. Vitor Ramil e Frank Jorge em prosa, a dois reais cada um.
5. Poesias de Mário Quintana, que não têm preço.
6. Comprar um livro por dez reais, sendo que eu tinha pagado oito reais de multa na biblioteca da unisinos pelo mesmo livro.
7. Não fazer absolutamente nada de produtivo num domingo de sol, a não ser cuidar das florzinhas que ganhei de aniversário.
8. Ouvir Pato Aqui, Pato Acolá, cantada por Chico Buarque, e sentir o Augusto pulando na minha barriga.
9. Ver o por-do-sol da janela da minha casa, sozinha, tomando chimarrão e pensando na vida.
10. Fazer um bolo de coco, com recheio de branquinho, e rapar a lata de leite condensado.

***

Trilha Sonora (perfeita):

Change The World
Eric Clapton


If I could reach the stars
Pull one down for you
Shine it on my heart
So you could see the truth
That this love I have inside
Is everything it seems
But for now I find
It's only in my dreams

That I can change the world
I'd be the sunlight in your universe
You'd think my love was really something good
Baby, if I could change the world

If I could be king, even for a day
I would take you as my queen
I would have it no other way
And our love would rule
This kingdom we have made
Till then I'd be a fool, wishin' for the day

That I can change the world,
I would be the sunlight in your universe.
You would think my love was really something good,
Baby if I could change the world.
Baby if I could change the world.
(guitar solo)
That I can change the world,
I would be the sunlight in your universe.
You would think my love was really something good,
Baby if I could change the world.
Baby if I could change the world.
Baby if I could change the world.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Tempo No Inferno
TNT

Composição: Charles Master - Luis Henrique

Bom-dia pra você, que não me ouve mais
Bom-dia pra você, que não me enxerga mais
Bom-dia pra você, que não me ilude mais
Bom-dia pra você, que não existe mais
No meu coração (existe!)
Eu sei que vou viver por muito tempo
Sem você nesse inferno

Teresa, um tanto revoltada pelos acontecimentos.

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Legendas

Agora as legendas, haha:

1. Eu e o outro aniversariante, Ricardo, meu cunhado.
2. E e a minha irmã (to me achando a altona, haha)
3. Eu e meus pais.

Olha eu aí!

Algumas fotinhos do meu niver:





segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Retrospecto

Quarta, 01 de novembro:

Enforquei a professora de Literatura Portuguesa, junto com o Saramago, e me fui a um show de rock, no Arca Pub... Não dava nada pela banda "The dogs", mas me supreendi, estava muuuuuuuuito bom! Tocaram Creedence, Stones, Beatles, The Doors, além dos bons gaúchos TNT, Graforréia, Cachorro Grande, entre outros. Valeu muito a pena, os caras eram muito bons! As risadas ficaram por conta das cenas bizarras que vi, tanto na pista, quanto no banheiro das mulheres... putz

Quinta, 02 de novembro:

O dia de preguiça total, lendo Erico Verissimo e nada mais. Aliás, saí com meus pais para programinha coerente com a data, visitar minha falecida irmã no cemitério. Mas em nada me lembrou as visitas chorosas e lamurientas da minha infância. Tudo muito mais tranqüilo mesmo. O tempo é um santo remédio, definitivamente.

Sexta, 03 de novembro:

A notíciaaaaaaaaaa do dia! Quem vem aí é o Augusto!
A mãozinha na cabeça, as perninhas cruzadas, os joelhinhos, as vértebras, a barriga aparecendo bem direitinho!
E eu, toda boba, chorando...

De resto, dia normal. À noite ainda fui para a Unisinos, comi uns docinhos com minhas colegas, fiquei até tarde conversando com minha professora sobre literatura e política. (Trabalho de conclusão também entrou na pauta, ai que medo)

Sábado, 04 de novembro:

Meu aniveeeeeeeeeeeeerrrrrrrrrrrrsssssssssssáaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrriiiiiiooooo!
O dia, apesar de normal, foi bom.
Fiquei esperando UMA mensagem. Que bom que ela chegou... Pena que depois o coração ficou apertadinho, imaginando em como seria esta data segundo os planos de outra primavera...

Recadinhos de todos os amigos, eeeeeeeeba!

À noite, festa junto com meu cunhado, cujo aniversário foi no domingo... Nunca vi tanta comilança na minha frente! Ele exagerou messsssmo, credo! Mas foi bom estar com todos os amigos, que eu não via há tempos.

Domingo, 05 de novembro:

Um plano frustrado por uma idiotice, e eu de mau-humor o dia todo. Humpf.
Terminei o dia fazendo minhas tarefas que havia deixado de lado todo o feriadão. Dentre elas, corrigir redações... Disso surgiu a seguinte pérola: (anota essa, Fê)

"O marido contratou um assassino para sequestrá-la e suicidá-la."

Haveria algum jeito melhor de terminar a noite? Santo Dio!

Segunda, 06 de novembro:

A chuva cai inclemente e cá estou de volta à rotina, rezando pra que acabe logo meu estágio, pra que acabe logo o semestre... As lojas já estampam em suas vitrines artigos de Natal, e isso começa a me dar um leve mal-estar. Tudo passa muito rápido.

Mas esses pensamentos talvez sejam apenas um devaneio de alguém que envelheceu um pouquinho no finde...

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

Historinha:

João amava Maria (calma, não é aquele poema). Foram impedidos de levar adiante o relacionamento. João casou com alguém que não era a Maria e dessa união nasceu o Pedrinho. Maria casou com alguém que não era o João e dessa união nasceu a Aninha.
Conformados, pois não havia remédio, viveram suas vidas. Até que um dia Pedrinho e Aninha se encontraram e se amaram. E não foram impedidos de viver o amor que havia em suas veias...

Pode parecer até besta esta historinha, se não fosse um caso verídico relatado por minha professora. (Os nomes usados aqui, claro, são fictícios.)

A vida tem dessas coisas. Mas que tipo de ironia é essa com que somos sempre surpreendidos? Para que tudo isso? Para que João e Maria se conhecerem? Não seria mais fácil apenas isso ter acontecido com seus filhos?

Minhas perguntas não têm respostas. Nunca terão. São os mistérios (ou peças) que a vida ou alguém que a dirige nos prega. E conformar-se é tão, tão difícil...

(Sim, esta história me tocou. E muito. Porque tem um sentido especial, pelo menos neste momento.)

***

O aniver da Débora tava ótimo ontem... Bem família. Breve postarei as fotos.

E por hoje, acho que é só. Dia cinzento, abafado e o pensamento meio lerdo... E eu, um tanto apreensiva, com muitas expectativas...